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Bacharelado em música popular da UFPEL-RS

O bacharelado em música popular da Universidade Federal de Pelotas funciona junto ao Centro de Artes da UFPEL e no estúdio do Laboratório de Música Popular da UFPEL (Campus II).

Onde fica: Centro de Artes da UFPEL -  Rua Cel. Alberto Rosa, 62 96010-770 Pelotas, Rio Grande do Sul

Bacharelado em música

A PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO da UFPEL fica no Campus Anglo, Sala 406 - Bloco B. Rua Gomes Carneiro, 1 - Centro. Pelotas, RS

Funcionamento do curso

O curso tem como objetivo estimular o aluno a criação musical através de atividades que privilegiem a ação conjunta, a colaboração entre compositores e intérpretes, bem como a reflexão e o espírito investigativo e científico; promover a divulgação e difusão do conhecimento construído e desenvolvido no meio acadêmico em diálogo com a sociedade, através de mostras, apresentações, shows, espetáculos, pesquisas, artigos, textos acadêmicos, gravações e palestras; formar um profissional que além de competente em sua linha de formação específica, possa atuar nos diversos processos de criação e manifestação artística e do conhecimento musical; formar um profissional apto a situar-se e dialogar com o atual estado das pesquisas de Música Popular; oferecer ao aluno uma formação sólida através de uma ampla gama de possibilidades mediante disciplinas específicas rigorosamente estruturadas; estimular o aluno a transitar e dialogar com as diversas possibilidades estéticas instituídas, da musica de concerto ou popular, respeitando a sua identidade cultural e incentivando a construção de suas próprias concepções estéticas; instrumentalizar o aluno para utilização e exploração de variadas tecnologias musicais e interação com outras mídias, tais como cinema, dança, teatro, vídeo e jogos eletrônicos; viabilizar projetos de pesquisa, ensino e extensão na área de Música Popular, visando a difusão e o desenvolvimento do conhecimento artístico e intelectual.

Objetivos do Bacharelado em música popular

- Estimular o aluno à criação musical através de atividades que privilegiem a ação conjunta, a colaboração entre compositores e intérpretes, bem como a reflexão e o espírito investigativo e científico;

- Promover a divulgação e difusão do conhecimento construído e desenvolvido no meio acadêmico em diálogo com a sociedade, através de mostras, apresentações, shows, espetáculos, pesquisas, artigos, textos acadêmicos, gravações e palestras;

- Formar um profissional que além de competente em sua linha de formação específica, possa atuar nos diversos processos de criação e manifestação artística e do conhecimento musical;

- Formar um profissional apto a situar- se e dialogar com o atual estado das pesquisas em Música Popular;

- Oferecer ao aluno uma formação sólida através de uma ampla gama de possibilidades mediante disciplinas específicas rigorosamente estruturadas;

- Estimular o aluno a transitar e dialogar com as diversas possibilidades estéticas instituídas, da música de concerto ou popular, respeitando a sua identidade cultural e incentivando a construção de suas próprias concepções estéticas;

- Instrumentalizar o aluno para utilização e exploração de variadas tecnologias musicais e interação com outras mídias, tais como cinema, dança, teatro, vídeo e jogos eletrônicos;

- Viabilizar projetos de pesquisa, ensino e extensão na área de Música Popular, visando a difusão e o desenvolvimento do conhecimento artístico e intelectual.

Perfil do egresso do curso de música

Espera-se do formado o pensamento crítico-reflexivo, a sensibilidade artística e o domínio técnico-musical que potencializem as habilidades e aptidões indispensáveis à atuação profissional e sua capacidade transformadora na sociedade. Espera-se que esteja apto a adequar-se ao mercado de trabalho existente e a identificar novas possibilidades de atuação. Além disso, são desejadas habilidades de organização coletiva, de colaboração e de respeito à diversidade de identidades culturais, como forma de construção do conhecimento e consolidação de um paradigma ético.

Competências e habilidades

O curso de graduação em Música, atento às tecnologias de produção e reprodução musical, de novas demandas de mercado e de sua contextualização marcada pela competição e pela excelência nas diferentes modalidades de formação profissional, deve possibilitar ao formando:

- Intervir na sociedade de acordo com suas manifestações culturais, demonstrando sensibilidade e criatividade artísticas e excelência prática;

- Viabilizar pesquisa científica e tecnológica em música, visando à criação, compreensão e difusão da cultura e seu desenvolvimento;

- Atuar, de forma significativa, nas manifestações musicais instituídas ou emergentes;

- Atuar nos diferenciados espaços culturais e, especialmente, em articulação com instituições de ensino específico de música;

- Estimular criações musicais e sua divulgação como manifestação do potencial artístico.

- Desenvolver e implementar projetos de criação artística, em uma atitude colaborativa que integre compositores, intérpretes, produtores culturais, órgãos de fomento e espaços culturais;

- Estar atento a seu papel de difusor da música de seu tempo, contribuindo para a formação de novas platéias e de novos paradigmas de espetáculos;

- Contribuir para o avanço da pesquisa em Música Popular no âmbito acadêmico e para o desenvolvimento epistemológico da área;

- Ter desenvolvidas suas principais concepções estéticas, com competência para refletir sobre elas, seus desdobramentos e possibilidades futuras;

- Demonstrar conhecimento de diversos aspectos teóricos da música, assim como o domínio de diferentes ferramentas tecnológicas ligadas ao fazer musical.

Organização Curricular

A carga horária total do Curso de Música, linha de formação Música Popular, é de 2572 horas, divididos entre a formação Específica, a Formação Complementar e a Formação Livre. Formação Específica -Disciplinas do Núcleo Comum 884horas/aula - 736,66horas - 28,6% -Disciplinas Específicas 1020horas/aula - 850horas - 33,4% Total Formação Específica 1904horas/aula - 1586,66horas - 62% Formação Complementar - 504horas - 19,5% Formação Livre 578horas/aula - 481,66horas - 18,5% TOTAL 2572,2horas - 100%

Procedimentos e metodologias de ensino

O projeto pedagógico do curso, em consonância com as orientações legais propostas pelo MEC (LDB 9394/96; CNE/CES 2/2004), é fruto de um diagnóstico identificado na unidade que visa adequar as propostas curriculares vigentes em relação às novas demandas artísticas, socioculturais, científicas e tecnológicas da sociedade contemporânea. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Música, apresentadas na resolução nº2 de 8 de março de 2004, o curso de graduação em Música deve ensejar [...] a capacitação para apropriação do pensamento reflexivo, da sensibilidade artística,[...] revelando habilidades e aptidões indispensáveis à atuação profissional na sociedade, nas dimensões artísticas, culturais, sociais, cientificas e tecnológicas, inerentes à área da música.

Frente a estas demandas, entende-se a necessidade de um Curso de Música que induza a uma postura dinâmica empreendedora, reflexiva e ativa, em interação com a sociedade. Conforme estabelecido no parecer nº0195/2003, do Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Superior, as Diretrizes Curriculares Nacionais devem induzir à criação de diferentes formações e habilitações para cada área do conhecimento, possibilitando ainda definirem múltiplos perfis profissionais, garantindo uma maior diversidade de carreiras, promovendo a integração do ensino de graduação com a pós-graduação, privilegiando, no perfil de seus formandos, as competências intelectuais que reflitam a heterogeneidade das demandas sociais.

Indispensável para um efetivo diálogo com as variáveis demandas sociais do nosso tempo é a valorização de uma formação sólida envolvendo estudos básicos relacionados com a cultura, as artes e também as ciências humanas e sociais, envolvendo estudos relacionados com a pluralidade de conhecimentos instrumentais, composicionais, tecnológicos e estéticos, bem como estudos que permitam a integração teoria/prática relacionada com o exercício da arte musical e do desempenho profissional. Deste modo, o curso propicia a constituição de habilidades ou capacidades para se situar e dialogar com o atual estado das pesquisas em música e que possibilitam o trânsito nas diversas correntes estéticas instituídas, da música de concerto e popular.

Consonante a isto, esta concepção de curso prioriza a flexibilização do percurso acadêmico, aliando a construção de perfis profissionais individuais ao desenvolvimento de competências e habilidades específicas do fazer musical. A flexibilidade da formação se reflete na possibilidade de trânsito nas diversas linhas de formação do bacharelado em música e na valorização da formação livre e das Atividades Complementares.

Ao mesmo tempo, o curso apresenta uma formação acadêmica que é estabelecida através de um eixo comum de saberes em sintonia com outras IES, tais como os da História da Música (Geral e Brasileira) e da Teoria Musical (Harmonia, Contraponto e Análise). Esta característica é fundamental para facilitar a mobilidade acadêmica e a integração da graduação com pós-graduação.

A valorização da reflexão sobre o fazer musical, sobre a relação do músico com a sociedade, com o mercado trabalho, assim como sobre as concepções estéticas e éticas também é tônica do curso. Com este objetivo, há um eixo da formação composto por disciplinas obrigatórias (Música e Sociedade; Estética; Produção Cultural) e que pode ser aprofundado em disciplinas da formação livre. Este eixo serve de embasamento para a consolidação de uma postura engajada e ativa dos alunos, no sentido de construir um percurso acadêmico condizente com os interesses particulares e respeitador de sua identidade cultural, mas, ao mesmo tempo, crítico e consciente de suas responsabilidades com a sociedade e do espírito colaborativo dentro e fora do âmbito acadêmico.

Avaliação do ensino e da aprendizagem

De acordo com os princípios norteadores do processo de ensino-aprendizagem, apresentamos os procedimentos e critérios a serem utilizados para a avaliação do referido processo. Os procedimentos e critérios estão subdivididos em quatro categorias, de acordo com os tipos de disciplinas, quais sejam: teóricas, teórico-práticas, práticas interpretativas e composição.

Nas quatro categorias estão contemplados os procedimentos de avaliação continuada e a participação do aluno no processo avaliativo, de modo a propiciar uma maior eficiência de ensino-aprendizagem.

Metodologia e critérios:

O processo de avaliação será composto pela Avaliação Contínua, constituída por diversas ferramentas de avaliação.

Avaliação contínua: adaptada a necessidade de cada disciplina e realizada com a participação do professor e do aluno na discussão sobre a eficiência no processo de ensino-aprendizagem, avaliando o processo de leitura, reflexão e escrita. Poderá ser realizado individualmente (professor e aluno) ou compartilhado em aula com os demais alunos, segundo as necessidades e possibilidades do grupo.

Tarefas (extra-classe): solicitadas e discutidas em aula, discutindo relação entre texto contexto e música (relação entre o que ouviram e o que leram), gerando avaliação continuada a partir da participação dos alunos. Objetivos: verificar a autonomia do aluno com a escuta, a leitura e a tarefa de leitura/pesquisa solicitada, verificar o envolvimento extra-classe com os conteúdos estudados.

Produção textual em caráter dissertativo: Objetivos: verificar o envolvimento do aluno com a difusão escrita do conhecimento científico; verificar a capacidade reflexiva do aluno; verificar a capacidade de elaboração e exposição dissertativa de idéias. Critérios de valoração: Conteúdo (objetividade na apresentação do tema e conteúdo do trabalho solicitado; desenvolvimento com capacidade em relacionar o conteúdo com as demais disciplinas de sua formação, referência aos autores-chave da área, posicionamento crítico frente às idéias do autor, propriedade nas exemplificações; conclusão com fechamento do tema, apontando para possibilidades futuras de trabalho e/ou pesquisas na área); Forma (organização, seqüência lógica, correção lingüística); Normas técnicas.

Apresentação de trabalhos: Objetivos: verificar o desempenho do aluno na comunicação oral do conhecimento científico; verificar a capacidade reflexiva do aluno; verificar a capacidade de elaboração e exposição de idéias. Critérios de valoração: Desempenho do aluno (postura, espontaneidade, auto-controle, dicção, clareza de exposição); Apresentação do conteúdo (objetividade, seqüência lógica, propriedade nas exemplificações, capacidade em relacionar o conteúdo com as demais disciplinas de sua formação, referência aos autores-chave da área, posicionamento crítico frente às idéias do autor, observância do tempo de apresentação de trabalho); Emprego de recursos audiovisuais.

Participação em aula: Objetivos: verificar o desempenho do aluno no processo de ensino-aprendizagem; desenvolver a capacidade crítica e auto-crítica em relação ao seu engajamento nas discussões em classe, bem como nas apresentações orais das tarefas solicitadas. Critérios de valoração: intencionalidade intelectual, artística e acadêmica.

Metodologia e critérios:

O processo de avaliação será composto pela Avaliação Contínua e pelo Projeto da Disciplina (trabalho final).

a) Avaliação contínua: realizada periodicamente, com a participação do professor e do aluno na discussão sobre a eficiência no processo de ensino-aprendizagem;

Exercícios realizados em aula. Objetivos: verificar a capacidade do aluno de envolvimento imediato com os conteúdos estudados. Critérios de valoração: empenho individual e envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem.

Tarefas extra-classe: Objetivos: verificar a autonomia do aluno e envolvimento extra-classe com os conteúdos estudados. Critérios de valoração: empenho individual, envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem e apropriação de conhecimentos, habilidades e competências.

Participação em aula: Objetivos: verificar o envolvimento do aluno com o processo de ensino-aprendizagem; desenvolver a capacidade crítica e auto-crítica em relação à produção da turma. Critérios de valoração: intencionalidade intelectual, artística e acadêmica.

b) Projeto da disciplina - trabalho final: Objetivos: Verificar a capacidade do aluno na aplicação dos conteúdos desenvolvidos para o projeto final da disciplina. Critérios de valoração: empenho individual, domínio prático da intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos específicos de cada disciplina.


Disciplinas de Práticas Interpretativas

Metodologia e critérios:

O processo de avaliação será composto pela Avaliação Contínua e pela Avaliação por Banca.

a) Avaliação contínua: realizada periodicamente, com a participação do professor e do aluno na discussão sobre a eficiência no processo de ensino-aprendizagem;

Exercícios realizados em aula. Objetivos: verificar a capacidade do aluno de envolvimento imediato com os conteúdos estudados. Critérios de valoração: empenho individual e envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem.

Estudo extra-classe: Objetivos: verificar a autonomia do aluno e envolvimento extra-classe com os conteúdos estudados e o seu desenvolvimento progressivo. Critérios de valoração: empenho individual, envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem e apropriação de conhecimentos, habilidades e competências.

Projeto de práticas interpretativas: Objetivos: verificar a capacidade do aluno na tomada de decisões interpretativas a aplicação dos conteúdos envolvendo organicidade, sonoridade, temporalidade, e condução dramática. Critérios de valoração: empenho individual, domínio prático da intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos acima.

b) Avaliação por banca.

1ª Avaliação por banca: Realizada na 8ª semana, com a participação dos professores de práticas interpretativas e do próprio aluno; não é aberta ao público;

Projeto em curso (duração de 10 minutos): Objetivos: verificar a eficácia do processo de estudo, a capacidade do aluno na tomada de decisões interpretativas a aplicação dos conteúdos envolvendo organicidade, sonoridade, temporalidade, e condução dramática. Viabilizar a autocrítica e a conscientização do trabalho em desenvolvimento. Critérios de valoração: empenho individual, domínio prático da intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos acima considerando os resultados alcançados até o momento.

2ª Avaliação por banca: realizada na última semana, banca formada pelos professores de práticas interpretativas; é aberta ao público;

Apresentação do Projeto de práticas interpretativas: Objetivos: verificar a capacidade do aluno na tomada de decisões interpretativas a aplicação dos conteúdos envolvendo organicidade, sonoridade, temporalidade, e condução dramática. Critérios de valoração: domínio da intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos acima.

Disciplinas de Prática de Conjunto

Metodologia e critérios:

O processo de avaliação será composto pela Avaliação Contínua e pela Avaliação por Banca.

a) Avaliação contínua: realizada a cada aula, com a participação do professor, do próprio aluno e dos colegas na discussão sobre a eficiência no processo de ensino-aprendizagem;

Exercícios realizados em aula. Objetivos: verificar a capacidade do aluno de envolvimento imediato com os conteúdos estudados. Critérios de valoração: esforço individual e envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem.

Tarefas extra-classe: Objetivos: verificar a autonomia do aluno e envolvimento extra-classe com os conteúdos estudados. Critérios de valoração: esforço individual, envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem e apropriação de conhecimentos, habilidades e competências.

Projeto composicional semestral: Objetivos: verificar a capacidade do aluno na tomada de decisões composicionais e aplicação dos conteúdos envolvendo o tratamento da forma, o desenvolvimento de materiais, a condução dramática e a concepção estética em seu projeto composicional semestral. Critérios de valoração: esforço individual, intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos acima e envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem.

Produção textual em caráter dissertativo: Objetivos: verificar o envolvimento do aluno com a difusão escrita do conhecimento científico; verificar a capacidade reflexiva do aluno; verificar a capacidade de elaboração e exposição dissertativa de idéias. Critérios de valoração: esforço individual, intencionalidade intelectual e envolvimento com o processo de ensino-aprendizagem.

Participação em aula: Objetivos: verificar o envolvimento do aluno com o processo de ensino-aprendizagem; desenvolver a capacidade crítica e auto-crítica em relação à produção composicional da turma. Critérios de valoração: intencionalidade intelectual, artística e acadêmica.

b) Avaliação por Banca

Projeto composicional semestral: Objetivos: verificar a capacidade do aluno na tomada de decisões composicionais e aplicação dos conteúdos envolvendo o tratamento da forma, o desenvolvimento de materiais, a condução dramática e a concepção estética em seu projeto composicional semestral. Critérios de valoração: intencionalidade artística, domínio das ferramentas técnicas contempladas nos objetivos acima.

1ª Avaliação por banca: realizada na 4ª semana, banca formada pelos professores de composição; não é aberta ao público e aos alunos; os apontamentos realizados pela banca são encaminhados pelo professor à sua turma e discutidos em sala de aula.

2ª Avaliação por banca: realizada na 8ª semana, banca formada pelos professores de composição; não é aberta ao público e aos alunos; os apontamentos realizados pela banca são encaminhados pelo professor à sua turma e discutidos em sala de aula.

3ª Avaliação por banca: realizada na última semana, banca formada pelos professores de composição; é aberta ao público; os apontamentos da banca são apresentados diretamente aos alunos durante a realização da avaliação;

Integração com a pesquisa e Pós-Graduação

Não há Pós-Graduação em Música na UFPel até o momento.

Acompanhamento de egressos

O conhecimento das realidades profissionais, acadêmicas e pessoais dos alunos e ex-alunos pode constituir-se em uma ferramenta útil e eficiente na avaliação e reavaliação do curso e de suas concepções pedagógicas, contribuindo diretamente com sua qualificação e atualização. Através do acompanhamento de egressos, e também dos alunos que ainda não concluíram o curso, é possível observar a trajetória profissional e inserção no mercado de trabalho, bem como identificar possíveis deficiências, lacunas de formação e as novas demandas e necessidades da sociedade.


Com esta finalidade, pretende-se acompanhar e avaliar aspectos relacionados à inserção dos egressos no mercado de trabalho; obter elementos que identifiquem níveis de qualidade dos cursos através do acompanhamento do desenvolvimento profissional dos ex-alunos; implementar a criação de um Banco de Dados dos egressos, contendo informações pessoais, acadêmicas, profissionais e outras adicionais; atualizar continuamente as fontes de comunicação com alunos e ex-alunos; realizar cursos e eventos, articulando a integração dos egressos com os alunos da Graduação, da Extensão e da Pesquisa.

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